Num "passado" remoto, sem tempo, espaço, matéria, ocorre uma "flutuação" quântica sem causa, (simplesmente aconteceu - sim!, estamos falando de ciencia), e surge nosso universo.
Então começa um longo processo caótico, que resulta na nossa terra, onde, de alguma forma, surgiu a vida: Alguns imaginam um laguinho quente onde, de alguma forma, a "field inanimate" se mexeu, esperneou e saiu se reproduzindo por ai. Mas há também a hipótese do "espirro alienigna", onde algum ET deve ter passado pelo nosso planeta, e, coitado, gripado, largou uns germes para cá, que se embolaram e em milhões de anos se encontraram e de alguma forma se ordenaram precisamente para "nascerem". As duas teorias divergem, não são comprovadas, apenas parcialmente evidenciadas. Bem, mas isso não interessa, "é por que é", é assim (lembre-se do nosso materialismo filosófico a priori guri!) e ponto final, "um dia saberemos", etc...
Então, a partir dai, começa a fantastica eEvolução. Através da inegavel seleção natural + tempo + sorte + acaso (e o que mais tu queira somar). A conhecida e comprovada "do angu até tu, passando pelo zoológico".
Num disparate evolutivo, uma raça perde seu pêlo, ganha mão habil, inteligencia, consciência, e sai caminhando ereto por ai... Domina o mundo, destrói a natureza que foi tão carinhoso com ela, e acabam se digladiando sobre a existência de uma palavra "Deus", pela internet.
Ganha inteligencia para fazer as coisas mais maravilhosas e mais absurdas que se possa imaginar, inventa um conceito de certo e errado, bem e mal, bom e ruim, cujo, porém, não é objetivo, não é um Padrão Moral. É apenas questão de gosto e opinião. Eu sou bom, se comparado a um ladrão, e ele é mal, se comparado a mim. Mas o ladrão é bom, se comparado a Hitler, e assim por diante. No fundo, os muculmanos, que ensinam para suas crianças que os judeus são porcos, não estão errados, afinal, todos nós (humanos, porcos, macacos) somos irmãos, descendentes da "ameba unicelular".
E então chegam à miserável conclusão de que a vida não tem sentido, sua própria existência é pífia, inútil, todos os avanços da ciencia, da tecnologia, da sociedade, todas as realizações individuais, serão irrelevantes no resultado final (estamos apenas matando tempo vivendo, e estranhamente se recusando a se suicidar, pois o medo da morte parece maior do que o da vida), pois também ganhou inteligência para estudar a natureza, o universo, e descobrir que um dia ele proprio morrerá, o planeta que vive se tornará inabitavel, o sol tambem, e o universo marchará para a morte, e será impossivel impedir...
Ou seja: ganhamos o cérebro e a consciência apenas para "filosofarmos" e concluirmos isso aqui: uma existência vinda do nada, por nada, e para nada.
Então morreremos e viraremos pó.
Analisando profundamente a "fé dos ateus", a proposta "de mundo", existencial deles, é impossivel para mim crer em tamanha insignificancia, tamanho retrocesso.
Por isso, acreditei ainda mais em Deus depois que conheci um ateu.
Como dizia C. S. Lewis: "Tudo que não é eterno é eternamente inútil".